quarta-feira, 20 de julho de 2011

O medo

O medo se jogou
No medo de escorregar
O medo se acalmou
E num chao áspero
Aspirou confiança
devida abonança
que surge pós alquimia

O medo tem magia
Medo de ter mania de ter medo

O medo se faz algoz
o medo do algo a mais
Ansejo deste desistir
Da desistencia do muito
Do poeta que a cada aperto
sua o corpo que se veste
Investe na felicidade
Medo nao deixa saudade
ó medo, pode ir passear

O medo tem magia
Medo de ter mania de ter medo

Moça no carro

Vai de quinta a segunda
Reduz a semana motor
Com um leve tropeço
Veloz na cidade do aprendizado
Marinheira de primeira malandragem
Já me Deixa no carona descansando
Só Pintando paisagem

No começo foi visivel
Que Bom nisso sería
Queima combustivel
Teima em contar giros
Nao freia na avenida da alegria
Contagia
E todo sinal vermelho
Abre porta pra ela passar

Ah esse mar...

Aah esse mar....
De frente para ele tanto faz
Todavia fez
Toda via virar particular
Aah esse mar...
De frente para ele tanto cais
Contudo tens
Com tudo o que precisar
Aah esse mar...
De frente para ele encontro paz
Entretanto fiz
Entre tanto contra ao meu favor estar
Há esse mar...
De frente para ele mergulho meu orgulho
De frente para ele estar...
Aah esse mar!!!

sábado, 9 de abril de 2011

Fato amor fazer falta



No silêncio de santa
Minha Teresa não está aqui

Falta você pra acariciar
Falta um dengo no cangote
Falta perna entre as minhas
Falta braço entrelaçado num abraço
Fato amor fazer falta

Falta algo do meu lado
Falta muito pra te ver
Falta tempo
Falta chão
Fato amor fazer falta

Falta sorriso pra alegrar
Falta chuva pra secar
Falta brisa pra borrar
Falta natureza
Fato amor fazer falta

Falta linha na costura
Falta moda no relevo
Falta eleva a dor
Falta medo
Fato amor fazer falta

Falta de ter o que fazer
Falta fio na meada
Falta linha pra se perder
Falta ninho
Fato amor fazer falta

Estou em falta
Falta do meu amor
Fato este fazer falta
Falta você

L U I Z A



Lá do fundo verde claro

Um sorriso contínuo

Invade o mundo de qualquer um qualquer

Zapeia pelos traços finos

Avisando que pra ser feliz basta querer


Linda como lua de verão

Uma reflexão sem azul

Instante de rara cor

Zoneia a criatividade do poeta

Antecipa veracidade com o olhar


Lua abraçada pela nuvem

Um conceito bem sucedido

Inconciente de nós dois

Ziriguidum de sentimentos

Após muitos dois dias


Lambuja de carinho

Unificada por certos sorrisos

Incoerente de cobrança

Zonzo de compreensão fico

Ando a procura de explicação


Louco fico ao ver que és

Única no grande espaço que tenho

Indefinido sentimento surge a cada dia

Zabumba é tamborim de frente ao meu

Ansejo sempre de você chegar

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Quarto escuro



Abre a porta
entra sem medo
sei que o quarto está escuro
mas entra,
a luz lunar faz enxergar.

Penumbra,
quase não dá pra acreditar

mas entra, pois os raios que ela reflete
são tão fortes, quanto qualquer sol.

Brilha tanto, ilumina
pode confiar
esquece o medo do brêu
pois nossa lua de todo dia
há de traçar nosso caminho.

Nem precisa acender nada
esta, é o nosso amor

este nunca se apagou
o resto,
deixa que as estrelas cuidam.

801



À Castell pertence
o lado da ausência da cor
preto como calmaria, silêncio, sem dor
vos escreve aqui, pouco tempo, por favor
quinta sintonia, feira do apego, voltar? Tá cedo.

São 3 da manhã, das manhãs que passamos aqui
de querer ao fim da feira, será a última então o fim
porém em breve tardio, novamente serei
este pouco tempo que colo de mãe eu hei de querer;

Ter livre e expôntãnea solidão de muitos sois
nunca dizer que se nunca diz, pois de repente
há de aparecer um novo início e fim dos meios,
de haver o que não se há em termos vivido aqui
será o próximo começo de uma nova saída pra solidão;

festa! festejar! festeja!

Novo lar irá nascer do fim deste começo de tais vidas,
escrever até dormir com poesia no teto, parede e nas saídas,
saída para uma nova vida de perdidas e achadas perdições.